quinta-feira, 24 de julho de 2014

Secretário de Educação apresenta ações para os representantes do legislativo

Através da solicitação da Secretária Executiva de Articulação Política, Jessyca Cavalcanti, o Secretário de Educação Joselito Pedro, recebeu na manhã desta quarta-feira (23), vereadores para apresentar ações, avanços, realizações e demandas da educação de Santa Cruz do Capibaribe.
“Essa reunião irá acontecer semanalmente entre Câmara de Vereadores e secretários, fortalecendo vínculos dos legisladores com o governo, ajudando os secretários em questões pendentes como também levar informações exatas para a população”, disse Jessyca Cavalcanti.
O presidente da câmara de vereadores, Júnior Gomes, falou da importância da aproximação dos poderes, legislativo e executivo. “Um encontro importante, pois quanto mais podermos nos aproximar do poder executivo, através dos próprios secretários melhor será. Hoje tivemos um resumo da atuação do atual secretário de Educação e foi apresentado vários pontos de desempenho desta pasta, tanto na parte pedagógica, como na infraestrutura, bem como eventos e melhorias na área educacional do município”.
“Um encontro muito proveitoso, através do qual colocamos para os vereadores as ações da Secretaria de Educação. Em muitos pontos a gente progrediu, e esses pontos foram apresentados aos vereadores. Também aproveitamos a reunião para apresentar as nossas dificuldades e pedir a eles que nos ajudem, nos dê suporte para que, juntos, consigamos conquistar uma educação de qualidade para Santa Cruz do Capibaribe”, frisou  Joselito Pedro, Secretário de Educação.
Além de Joselito, Jessyca e Júnior Gomes participaram da reunião os vereadores: Afrânio Marques (PDT), Luciano Bezerra (PR), Dida de Nam (PSDB), Zezim Buxim (PSDB) e Pipoca (PMN), a Secretária Executiva de Educação, Claudenice Dias, e Fátima Maia, que é da Gerência de Organização Escolar.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Revolta Praieira

Revolta Praieira foi uma rebelião liberal organizada que ocorreu em 1848. Neste mesmo ano, na Europa, aconteciam um conjunto de revoltas com ideais parecidos aos da Revolta Praieira. Todas de caráter liberalnacionalista e democrático, iniciadas por trabalhadores, camponeses, membros da nobreza e da burguesia que exigiam governos constitucionais. Eram contrárias ao excesso de poder e ao crescimento exagerado das práticas do capitalismo.
No Brasil, no século XIX, a economia e a política da cidade de Pernambuco era dominada por poucas famílias, uma delas era a Cavalcanti, que possuía mais de um terço dos engenhos da província. Já o comércio, era dominado pelos portugueses. Desta forma, todo o poder da cidade estava nas mãos das oligarquias rurais e dos comerciantes lusitanos. Isso deu início a um processo de insatisfação da população urbana, composta por militares, padres, artesãos, mercadores e profissionais liberais.
Formado por republicanos liberais, o Partido da Praia criticava a má distribuição da renda em Pernambuco. Eles começaram a expressar suas idéias no jornal Diário Novo, localizado na Rua da Praia. Os membros do partido eram chamados de “praieiros”. Eles davam total apoio ao então presidente de Pernambuco Antônio Pinto Chichorro da Gama, que não tinha compromissos com os donos de engenhos e nem com os comerciantes portugueses.
Com o apoio do presidente, os praieiros chegaram ao poder durante o mandato de Antônio Pinto, entre 1845 a 1848. Porém, ao perceber a centelha de ideais de cunho liberal presente na política pernambucana, um gabinete conservador imperial depôs Chichorro da Gama, o que deu início à Revolta Praieira.
O líder da revolta foi Pedro Ivo, militar, e Borges da Fonseca, jornalista. Os dois começaram a divulgar as idéias praieiras em um documento chamado Manifesto ao Mundo. Entre suas propostas estavam: fim do voto censitário, liberdade total para a imprensa, trabalho garantido para todo e qualquer cidadão brasileiro, fim dopoder moderador, proibição da prática do comércio aos portugueses, pleno funcionamento dos direitos do indivíduo e estabelecimento da federação.
Apesar de liberal, o plano político dos praieiros não tocou, em nenhum momento, nas questões referentes à escravidão.
A batalha entre os praieiros e as tropas imperiais durou menos de um ano. Os primeiros, sem armas e recursos bélicos, tinham dois mil homens em suas fileiras, sendo assim, não resistiram à repressão por parte do Império.
Borges da Fonseca, José Inácio Abreu e Lima, Jerônimo Vilela, entre outros, foram presos e condenados à prisão perpétua na ilha de Fernão de Noronha, mas, em 1851, foram anistiados. Preso e mandado ao Rio de Janeiro, Pedro Ivo ainda conseguiu escapar para a Europa, porém, morreu na viagem.
O fim da Revolta Praieira foi, também, o fim do conjunto de revoltas populares de cunho liberal e nacionalista que endossava a independência brasileira. Abatidas algumas idéias e rebeliões separatistas, fomentadas em reuniões de províncias, a elite política e o Império consolidaram a centralização do Estado. Assim, conservaram a unidade territorial do Brasil e afastaram o povo e as províncias do poder.
Fontes:
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e geral. São Paulo: Editora Saraiva, 2005.
SCHMIDT, Mario. Nova História: Crítica. São Paulo: Editora Nova Geração, 1999.

Tabuada da Multiplicação

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Tabuada do 1

111
122
133
144
155
166
177
188
199
11010

Tabuada do 2

212
224
236
248
2510
2612
2714
2816
2918
21020

Tabuada do 3

313
326
339
3412
3515
3618
3721
3824
3927
31030

Tabuada do 4

414
428
4312
4416
4520
4624
4728
4832
4936
41040

Tabuada do 5

515
5210
5315
5420
5525
5630
5735
5840
5945
51050

Tabuada do 6

616
6212
6318
6424
6530
6636
6742
6848
6954
61060

Tabuada do 7

717
7214
7321
7428
7535
7642
7749
7856
7963
71070

Tabuada do 8

818
8216
8324
8432
8540
8648
8756
8864
8972
81080

Tabuada do 9

919
9218
9327
9436
9545
9654
9763
9872
9981
91090